Antônio de Araújo. Nenhum Mistério. 58cm x 58cm. Técnica mista sobre papel. 2016.
Trabalho para a exposição Presença na Ausência. Inspirado na música Nenhum Mistério, de Tadeu Franco. 39º Semana do Aleijadinho. Galeria de Arte Nello Nuno. FAOP. Ouro Preto.
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
domingo, 12 de julho de 2015
processos 2015
fogo, metal e calor
Texto explicativo a respeito da produção plástica, divido em três partes:
Parte 1 - De 1998 a 2004 (verde-cré; relações entre as incoerências e fantasias da sexualidade).
Parte 2 - 2005 a 2012 (sobre a cristalização de sais amarelos; escolhas classicistas).
Parte 3 - 2012 até a atualidade (um rio quente; redescobertas da afetividade).
fogo, metal e calor. Imagem. Técnica mista s/ papel. 14,7 x 11 x 1,1 cm. 2015. 77p.
o fogo: verde-cré
Parte 1 (verde-cré; relações entre as incoerências e fantasias da sexualidade).
o fogo (vede-cré/parte 1). Capa. Encadernação. 14, 7 x 11 x 0,4 cm. 2014. 28 p.
domingo, 5 de outubro de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Coleção de pequenas intervenções

Antônio de Araújo. Bolas Negras. Metal sobre rocha. 2 cm ø. 2017 ( Morro São Sebastião. Ouro Preto).
Antônio de Araújo. Marco. Metal sobre rocha. 5 x 7 cm. 2015 ( Praça Sete de Setembro. Belo Horizonte).
domingo, 4 de maio de 2014
Adeus, companheiro
Antônio de Araújo. Adeus, companheiro. Purpurina preta. 9cm ø. 2014.
O
trabalho Adeus,
companheiro
pode
ser entendido como uma pequena instalação/intervenção urbana,
formulado
para representar um poético sinal de demarcação, inserido num
lugar/ambiente palco de um crime motivado pela homofobia. Essa
espécie de efêmero e frágil marco fúnebre procura relembrar uma
atrocidade que, por indiferença e omissão social, esvanece em meio
a outras violências com maior apelo midiático.
Antônio de Araújo. Adeus, companheiro. Purpurina preta. 9cm ø. 2014.
Atualmente,
a discriminação por orientação sexual tornou-se um tema de
extrema relevância. Por vários fatores, vem crescendo
a incidência de crimes ocasionados por homofobia no Brasil, sendo o
país com a maior incidência de assassinatos de homossexuais no
mundo (dados do Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil:Ano de 2012. Secretaria de Direitos Humanos/Governo Federal).
O
aumento da intolerância em relação às práticas sexuais
minoritárias talvez esteja vinculado a uma maior exposição dos
homossexuais, que para alguns indivíduos representa, de modo simbólico, uma
ameaça ao domínio heteronormativo. Como reação conservadora, há uma
tentativa constante de desumanização da comunidade LGBT por parte
de alguns segmentos e instituições, provocando um preconceito
franco ou internalizado contra os grupos sexualmente minoritários. Rotular os “não
heterossexuais” como doentes, pecadores e/ou pervertidos endossa
atos discriminatórios, que muitas vezes são manifestados através
de ações de violência.
Refletindo sobre a necessidade em se discutir permanentemente a problemática da violência, mais especificamente no universo homossexual, um conjunto de trabalhos vem sendo elaborado desde 2006, através da série Desajuste, que possui um tom crítico em relação à intolerância, presente na nossa sociedade.
Antônio de Araújo. Desajuste. Impressão s/ papel. Cartas 51 e 20. 2011 e 2006.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Caminho de Verdades Eróticas

















Antônio de Araújo. Caminho de Verdades Eróticas II (Interpretação). 2014.
Caminho de Verdades Eróticas


















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